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domingo, 15 de outubro de 2017

As implicações de robôs sexuais em nossa sociedade

Trago a vocês um assunto polêmico, não pela parte masculina, mas sim para os movimentos feministas e “especialistas”. Decidi escrever esse post após meu feed do Facebook ser tido enxurrada de comentários de mulheres revoltadas com essa notícia.

Absurdo: homens destroem e estupram robô sexual em feira em Barcelona
Boneco estava em exposição e acabou sendo estuprado por vários homens que deixaram o robô em pedaços.

Não só saiu nesse confiadíssimo portal de notícias, como também no Tecmundo e outros sites de tecnologia. Nas postagens “originais”, o texto não era tão absurdo, já que era apenas mais um objeto em uma exposição de uma feira de tecnologia, onde os visitantes podiam tocar na boneca, mover suas articulações e etc. Mas por falha de projeto e fragilidade nos componentes a boneca não aguentou a manipulação e quebrou. O polêmico estupro só ocorreu em postagens posteriores de outros portais de notícias não ligados a tecnologia.

Então resolvi escrever esse texto, não pelo suposto estupro, mas pelo chororô, vitimismo, lógica non sequitur e sofismas, nos comentários dessas postagens, pois todo mundo já está de saco cheio disso.

Quais seriam as implicações de bonecas/robôs sexuais em nossa sociedade no aspecto social e econômico?
Gigolo Joe e Gigolo Jane em IA - Inteligência Artifical
Gigolôs em AI - Inteligência Artificial

Implicações econômicas

O homem solteiro gasta menos – Esse é um fato incontestável, nos só gastamos com supérfluos quando é obrigado. Os maiores gastos do homem estão sempre ligados com a filosofia do Píton. O homem só faz as coisas para pegar mulher. Sem uma companheira, o nosso desodorante seria leite de magnésia. Roupas só compraríamos quando as mesmas já estivessem gastas, tênis e sapatos dos mais baratos possíveis, apenas para proteger os pés e sendo apenas 2 pares para intercalar e não ter chulé. Cabelo sempre raspado em máquina, ou grande, mas amarrado para não dar trabalho, barba a mesma coisa. Tudo lavado com sabão de coco ou qualquer outro em barra genérico. As únicas preocupações reais com gastos seriam com a higiene e saúde. Poucos eletrodomésticos e itens de cozinha, cama, mesa e banho, só o essencial e mais nada. Os Hobbies masculinos tem custos ínfimos, pois sempre são bastante baratos como trilhas, acampamentos, corrida, ciclismo, natação, lutas e etc.

O faturamento de restaurantes, boates, raves, casas de tolerância ou qualquer outro tipo de negócio que usa a isca feminina como atração da carteira masculina teriam seus lucros completamente minguados.

Indústria do casamento – O homem sem a pressão de uma companheira que quer mostrar para seu círculo social que não ficou para a titia, não tem nem a dor de cabeça e nem os custos exorbitantes que um casamento e um futuro divórcio podem trazer. Não é regra, mas é comum as mulheres se transformarem ao ter o papel passado. O relacionamento deixa de ser entre dois indivíduos, para ter um 3º envolvido que neste caso é o estado, este muito mais poderoso, coercitivo e imoral do que um relacionamento poderia tornar.

O homem sem a exigências de um casamento, não tem o porquê de gastar milhares de Cunhas em uma festa que será dada para os outros. Não terá que gastar em uma viagem de núpcias, não terá que entrar em financiamento de uma casa (quem casa quer casa), não terá de gastar com carro, roupa, decoração e tudo o que sua amada exigir após a assinatura da venda de sua alma. Já que agora estão em uma etapa “mais séria” do relacionamento. Como nossa cultura e sociedade está cada vez mais destruída, se não conseguirem um cafofo mesmo que seja de aluguel no bairro onde estão todos os conhecidos e parentes, será jogado todo santo dia em sua cara o quanto é fracassado por não conseguir uma moradia um bairro bom, só que ela não percebe que nosso atual dinheiro vale 10x menos que os dos nossos pais e menos ainda que de nossos avós. E que o custo da festa + vestido + comes e bebes seria o suficiente para dar a entrada para abater nas 360 parcelas do minha casa minha dívida. “ahh mas o dinheiro é dos dois...” Sim o dinheiro dos 2 é para ela e o que sobra é pra casa, Jão que se vire pra conseguir pagar as contas, o feminismo tirou a mulher de casa, mas não tirou da carteira do homem.

Como as atuais mulheres são tóxicas é certeiro que o feliz casamento não durará muito. Então entra o estado na equação, com seus advogados, defensores públicos, varas, tribunais, juízes e os mais diferenciados funças tudo para arbitrar parcialmente um contrato que deveria ser apenas entre indivíduos. Depenando o Jão e deixando com dividas até a 3ª geração dele (caso ainda tenha energias para passar seus genes para frente).

O homem sem a armadilha do casamento não financia festas, viagens de núpcias, advogados e qualquer outro tipo de funça (pelo menos não nessa esfera). O homem livre é impossível de ser extorquido.

Indústria Infantil – Por procurar menos sexo biológico com humanos do sexo feminino. Menos crianças irão ser geradas, criando uma crise e reformulação da indústria de brinquedos, filmes, desenhos, fraldas, pomadas, lenços umedecidos e etc.

Com menos dinheiro circulando, menos impostos serão arrecadados, menos poderoso e manipulador o estado será. Sem dinheiro sobrando, os primeiros a perder seus gordos financiamentos serão as áreas artísticas, ONGs e todas as agências paraestatais. Ou o estado e seus agentes deixarão a máscara humanista de lado e irão demonstrar seu real interesse na escravização da humanidade, apertando o cerco para sonegadores, aumentando penas e tomando todos os meios de produção para si.

Implicações sociais

Diferente do que “especialistas”, cientistas¹ e feministas dizem, o homem não objetificará a mulher. Muito pelo contrário, por ser menos refém de sua libido (o homem tem 10x mais testosterona que a mulher), pois o sexo está sendo suprido, o homem deixará de dar tanta importância a elas, passando as tratar como elas realmente são – irritantes, inconvenientes, conflitantes, semelhantes a eunucos - tirando suas vantagens sociais e sexual sobre coisas triviais, acabando com o ginocentrismo, conquistando finalmente o objetivo tão sonhado do feminismo que é o de ferrar com a vida da mulher tornando-a igual ao homem.

Prova disso é essa reportagem de um japonês casado que tem 2 filhos e mesmo assim tem sua boneca sexual.

Japoneses encontram o amor em bonecas de silicone
Japonês aproveitando a paisagem com boneca sexual
Japonês aproveitando a paisagem com boneca sexual

A esposa como qualquer outra mulher, depois dos filhos (fim sexual feminino) deixou de comparecer e perdeu espaço para a boneca, hoje se lamenta, pois se limita apenas o trabalho doméstico. Ela não foi objetificada, desrespeitada, estuprada ou rejeitada, mas somente ignorada. Um relacionamento é feito de concessões. O sexo para o homem é o fim, para a mulher é o meio (filhos são a finalidade). O “barato” do homem acaba logo, por isso ele sempre está à procura de mais, o da mulher (geralmente) se completa na geração e criação dos filhos, por isso é muito mais duradouro. Se não há mais sexo, o relacionamento esfria, por isso o homem vai à procura de outras que possam suprir sua necessidade básica nos prostíbulos, arranja amantes ou mesmo se masturba. É um direito natural biológico do homem ser polígamo (Esther Vilar, 1976). Uma boneca dessas não passa de um grande consolo masculino sexual ou até mesmo afetivo, por causa da toxidade feminina atual.

Pirâmide de Maslow

Por isso apesar dos “especialistas”² ainda acharem incomum, matérias serem criadas com tom de deboche (Bonecas sexuais realistas prometem te fazer esquecer das mulheres de carne e osso; será?), até mesmo rechaçar os proprietários dessas bonecas como uma afronta a sociedade atual e usar de tom alarmista para uso de inteligência artificial. Pesquisas já mostram que mais da metade das pessoas não considerariam traição fazer sexo com essas bonecas.

Metade dos americanos acredita que fazer sexo com robôs será comum em 2067

O que mais afeta socialmente é a diminuição do consumo, arrecadação de impostos, controle da sociedade através da constante problematização de problemas que não existem, ou se existem são inflados para justificar o financiamento de intelectuais, ONGs e etc. Pois sem o governo, a livre iniciativa das pessoas nunca que iriam financiar intelectuais que nada produzem ou traz algo de positivo para a sociedade. (Rothbard, 1968). O coletivismo e escravização geral da humanidade cairá por terra. O homem não será mais escravo da mulher e suas manipulações, estas que são primeiramente manipuladas pelas “grandes mentes” influenciadoras e movimentos culturais, primeiras vítimas de engenharia social. Como escrito acima, pela filosofia de Píton o homem só faz as coisas é para conquistar mulher, principalmente seu sexo, sem o fator sexo na jogada, terão que deixar de serem eternas crianças carentes de proteção (Esther Vilar, 1976), para se desenvolverem intelectualmente e tornarem finalmente independentes, tendo que gerar atração pela sua personalidade e inteligência e não apenas em um corpo bonito. O que se torna mais um problema para os estatistas, já que a mulher deixaria de ser dependente do estado, clamando por cada vez mais “direitos”, sendo independente, diferente do que ocorre hoje, onde nossas leis só trocaram a carteira e tutela do homem, pela carteira e tutela coletivista do estado.

Como o demonstrado acima, a preocupação dos cientistas, não passam de preocupações financeiras travestidas de questões sociais, pois como um advogado de causa própria, se não há problemas para criar, não há porque eles receberem por suas pesquisas nas áreas sociais com sua pseudociência e cientificismo. Tanto que ainda não se popularizou e já estão querendo criar leis para restringir a fabricação e comércio (fonte no final).

A fabricação e comercialização desses robôs é inevitável na evolução humana, tanto que os filmes futuristas como Blade Runner e AI – Inteligência artificial, já cantou a bola, mostrando replicantes e androids realizando serviços sexuais. Humanos não se aturam desde de sempre, o comércio nos tornou mais tolerante uns aos outros, restrições só nós deixam mais pobres, infelizes e revoltados. A restrição da liberdade individual e o desrespeito a propriedade privada é a maior causa de violência e guerras, basta fazer a relação do número de homicídios com o índice de liberdade dos países. Restringir até esfera sexual dos indivíduos proibindo o amor (mesmo que simulado) de uma Inteligência artificial chega ser desumano.

Os bordéis austríacos com esse tipo de bonecas, já são realidade e são preferência entre seus frequentadores.

Ser contra a robotização sexual, é ser contra a liberdade do homem. A libertação de sua libido e a pacificação da sociedade.

Claro que o assunto é muito mais amplo que esse texto, se fosse escrever sobre todos os aspectos e implicações, nunca que terminaria. Só a quantidade de referências já dão uma boa introdução para o entendimento do assunto. Tudo o que podemos dizer é que se tem estatista achando ruim é porque é bom.


E o preço? Ah está cada vez mais acessível, já está mais barato que o financiamento de uma moto.

Abraços e até o próximo fechamento!

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¹Os usos sexuais de robôs que estão preocupando cientistas
²Estudo aponta riscos relacionados ao uso de “robôs sexuais”
O Sexo Polígamo - o Direito do Homem a Duas Mulheres – Vilar, Esther (1976)
A Anatomia do Estado - Rothbard, Murray (1968)